História do diamante {Parte 1}


Vou fazer algumas postagens com várias curiosidades e histórias dos diamantes, começando pela sua descoberta.

O diamante (nome derivado do termo latino adamas) foi descoberto na Índia por volta de 3.500 a.C. em depósitos aluvionares na região de Golconda. Desde cedo se desenvolveu um tipo de mineração rudimentar denominada garimpo, que consistia na lavagem de cascalhos existentes nas margens dos rios por processos manuais, prática que se manteve através do tempo alcançando os dias atuais.




A partir da época do Império Romano, o diamante passou a ser transportado para o Ocidente por meio de caravanas que seguiam rotas continentais passando pelo Afeganistão, Irã (Pérsia) e Turquia, e daí para Roma. Rotas marítimas utilizadas na época passavam por portos do sul da península arábica, Meca, Alexandria, e desse porto para Roma.
Plínio, o Velho (23-79 d.C.) escreveu, no volume 37 de sua Historia Naturalis: “O diamante é a substância de maior valor, não apenas entre as pedras preciosas, mas de todas riquezas humanas, um mineral que durante um longo tempo foi conhecido apenas por reis, e por poucos deles”.
Por volta de 1725 o diamante foi descoberto acidentalmente em garimpos de ouro na Vila Tijuco, em aluviões do Rio Jequitinhonha, na região central do estado de Minas Gerais. A essas alturas as jazidas da Índia encontravam-se em avançado estado de exaustão, de modo que a garimpagem desenvolveu-se rapidamente, transformando o Brasil, em pouco tempo, no principal produtor mundial de diamante.



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