Ponte Vecchio

Ponte Vecchio: mais de 700 anos de joalheria 
Sendo você amante ou não da joalheria, é obrigatório um passeio pela Ponte Vecchio, quando visitar Florença, na Itália.    Acredita-se que a construção remonta à Roma Antiga, tendo sido destruída pelas cheias de 1333 Reconstruída em 1345, desde então abriga mercadores e  artesãos. 










No princípio, os mercadores expunham mercadoria sobre mesas ou bancas, como uma espécie de feira livre. Dizem que a palavra bancarrota teve origem na Ponte Vecchio. Quando um mercador não conseguia pagar as dívidas, a mesa (banco) era quebrada (rotto) pelos soldados. Essa 
prática era chamada bancorotto. 
Hoje, dezenas de joalheiros, ourives e antiquários espremem-se pelas lojinhas  sobre a ponte, oferecendo de correntaria italiana a preciosidades do século XIX. Há que ter olho clínico. 

Sempre que estou na cidade, passo algumas horas namorando as vitrines repletas de corais, camafeus, turquesas, pérolas e portentosas joias antigas. Claro que os preços são pra lá de abusivos, coisa pra turista Russo que hoje nada em dinheiro. Mas, vale olhar não custa nada, não é? 


                                                    Colunista - Isabella Blanco


Jornalista há 30 anos, fotógrafa e designer de joias, Isabella Blanco foi criadora da Revista Retrô – Coleções & Antiguidades, publicada no Brasil entre 2005 e 2008; fez cursos de design de joias na Escola Nova de Ricardo Mattar, em São Paulo; de História da Arte na Escola do MASP, em São Paulo, e no Museu do Louvre, na França; e de gemologia na AJESP – Associação os Joalheiros do Estado de São Paulo (2011), entre outros.

Isabella desenha suas próprias joias desde a década de 80, quando começou a estudar e colecionar exemplares de época, com ênfase nos períodos Vitoriano, Art Nouveau e Art Déco. Em 2009, lançou-se no mercado de joalheria e, em 2012 abriu seu ateliê em São Paulo.


Ainda em 2012, levou a mostra “Joias com História – Do Vitoriano ao Art Déco” para o Museu de Arte Sacra de São Paulo, encerrando os dois meses de exposição com um ciclo de palestras sobre a História da Joalheria dentro da São Paulo Design Week. Em 2013, participou do Salão de Artes no Clube A Hebraica, e da coletiva de joalheiros no lançamento da Maison Baccarat, ambos na capital paulista. Suas peças podem ser encontradas na loja do Museu da FAAP, na Central de Designers e em seu ateliê, todos em São Paulo.


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