As viagens, uma homenagem a Marco Polo por H.Stern

Cinco países ou regiões do Oriente, que compunham a famosa rota de Marco Polo no século XIII, traçam os caminhos de inspiração para uma nova coleção de joias.
A H.Stern convida você a descobrir os encantos e mistérios de uma trajetória milenar
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A próxima parada será revelada no dia 18/11...aguardem.

CAZAQUISTÃO
A riqueza do Cazaquistão havia sido narrada no livro de Marco Polo durante sua passagem pela Grande Turquia, ou Turquestão, região à qual pertencia o país no século XIII. Castelos e belos jardins faziam parte de sua paisagem e a arte já naquela época era uma das principais atividades locais.

Considerado a “joia da Ásia Central” por sua beleza natural, que apresenta paisagens com características marcantes tanto da Ásia quanto da Europa, o Cazaquistão reúne influências de tribos nômades de origem ucraniana, além de heranças turca, mongol e russa. O resultado dessa miscelânea é uma arte local surpreendente e de grande importância para o povo, com destaque para as joias, que foram influenciadas diretamente por essa diversidade. 

Mais do que a função decorativa, acreditava-se que as joias estavam munidas de poderes sobrenaturais capazes de proteger suas usuárias, além de seu uso estar diretamente relacionado à idade, status social e origem. Caracterizadas pela minúcia na execução e design requintado, estas peças tinham grandes proporções, com expressividade quase escultural. E mais do que valor monetário, sua importância estava diretamente relacionada ao seu projeto de ornamentação. Pequenos grãos talhados no próprio metal são elementos comuns nas antigas joias cazaques. 

Estas referências influenciaram a criação das novas joias Cazaquistão da H.Stern.



TIBETE
Os encantos femininos também aparecem na obra de Marco Polo. Segundo o antigo livro deste escritor veneziano, nas tradições Tibetanas, as mulheres que carregavam a maior quantidade de joias eram consideradas as mais graciosas e mais cobiçadas entre os homens.

A tradicional cultura desta região que valoriza joias com grandes pedras arredondadas foi a referência utilizada para a interpretação da H.Stern. Desde sempre os tibetanos têm apreço por usar pedras em joias de design simples e elegante; entre elas, muitos colares de contas feitos de fósseis, conchas do mar ou pedras coloridas. Quanto mais perto a gema ficar do corpo, melhor para absorver suas energias positivas.

Foi este o fio condutor para a criação das joias Tibete H.Stern, que destacam a Pedra da Lua. Esta gema tem coloração branco translúcido. O seu reflexo remete ao brilho inebriante da luz da lua, razão para o seu nome e para sua carga de romantismo. Há quem diga que traz amor e um imenso poder de sedução para quem a usa. Em países orientais, a pedra da lua é muito associada à fertilidade e sensualidade femininas; muitas mulheres costumam carregá-las presas às suas vestes, para absorver as boas energias.

CHINA

Um dos caracteres mais significativos do pensamento tradicional chinês, o símbolo Shou representa longevidade para o povo daquele país. Considerada uma das mais importantes conquistas na vida de um chinês, a longevidade é equiparada à felicidade e ao sucesso profissional ou à prosperidade. Estes são visualmente representados por três
“deuses-estrela” com os nomes Fú, Lú, Shòu, retratados por meio de três figuras masculinas
(cada qual com uma vestimenta distinta e segurando um objeto que os diferencia), ou pelos próprios caracteres ou ideogramas chineses, palavras homófonas ou objetos com atributos relevantes.

Quando representado pela figura masculina, o Shou é instantaneamente reconhecido. Ele segura em sua mão um grande pêssego, e preso ao seu longo bastão há uma cuia e um pergaminho – também símbolos de longevidade. Em forma de caractere, o Shou
é encontrado em tecidos, peças decorativas, cerâmicas, joias e muitos outros objetos feitos na China, sozinho ou rodeado por símbolos de boa sorte, como flores ou morcegos.

Este símbolo onipresente em território chinês foi representado pela H.Stern de maneira enigmática nas joias. Com uma pedra ônix negra de forma oval ao centro, o ícone foi dividido ao meio, em elementos de ouro amarelo (O ouro era um material muito encontrado na China, segundo os relatos de Marco Polo) e diamantes, de maneira que só um observador atento ou conhecedor da mensagem o reconhece.

JAPÃO
Nos relatos de Marco Polo, o Japão ganha destaque entre as tantas ilhas pelas quais passou. De acordo com ele, este era um lugar de gente de boas maneiras e formosa, onde se encontrava muito ouro por toda parte. O palácio do Senhor, por exemplo, era inteiramente coberto pelo precioso metal, incluindo chão, janelas e paredes. Mas suas atrações iam além. Segundo o livro, a região estava cercada por mais de sete mil ilhas e era banhada pelo mar da China - que de tão grande era chamado de “mar oceano”.

Os mares que banham o Japão foram o ponto de partida da H.Stern para a criação das joias que homenageiam este país, mais precisamente um tradicional motivo japonês chamado "seigaiha", que significa “onda azul do mar”. Utilizado há centenas de anos em peças decorativas e principalmente nas estampas dos quimonos japoneses em referência aos mares que rodeiam o país, o motivo é formado por semicírculos concêntricos que se sobrepõem dando a ilusão de ondas.

Nas joias H.Stern, este motivo aparece reinterpretado em ouro e diamantes.


A próxima parada será revelada no dia 18/11...aguardem.



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