Carlos Herrera {FILIGRANA}



No último ano de faculdade de Zootecnia, Carlos Herrera decide ir atrás de suas verdadeiras paixões: o trabalho criativo e o trabalho manual. Em agosto de 2005, encontra na joalheria uma forma de juntar estas duas paixões e desde então, dedica seu tempo ao estudo, desenho e fabricação de peças de joalheria.

A intenção do trabalho de Carlos Herrera vai além da criação de um objeto comercial ou de moda, cada peça é o resultado de uma ideia concebida por meio de diferentes caminhos, como por exemplo, um tema de inspiração, ou o aprendizado de uma nova técnica ou o resultado da exploração com o metal durante o trabalho no ateliê. Isto torna cada peça uma verdadeira joia, não só pelo material com a qual foi confeccionada, mas também pelo cuidado que existe desde sua concepção até chegar a nosso cliente
História da FILIGRANA


Filigrana é uma das técnicas mais antigas de ourivesaria do mundo, que consiste em trançar e curvar fios de ouro ou prata. Um artesão com muita experiência consegue trabalhar com fios de espessura finíssima tal como a de um cabelo, para preencher as armações produzidas com o desenho desejado por ele. Assim se originam joias, de aparência rendilhada e muito delicadas.

Um dos mais antigos trabalhos de filigrana que se tem notícia data de 2500 encontrado na cidade de Ur na Suméria (hoje sul do Iraque). Essas primeiras peças têm os fios soldados sobre uma chapa. Os sumérios desenvolveram técnicas de ourivesaria, cujas habilidades foram passadas através do contato com outras culturas como as que habitaram o Golfo Pérsico e o Mediterrâneo, chegando até a Etrúria. 

Reconhecidamente exímios nesta arte, os etruscos associavam filigrana e granulação, soldando esferas de metal sobre os fios como forma de adorno. Outra inovação surge ao conseguirem soldar a filigrana em armações, eliminando as chapas das joias. 
O termo FILIGRANA só é cunhado a partir do século XVII, provavelmente por mérito de Lorenzo Magallotti. Lorenzo nasceu em Florença, estudou na universidade de Pisa em 1660. Foi diplomata do Grão Duque Ferdinando II, imperador do Sacro Império Romano, e depois do Duque Cosimo III. Escreveu alguns livros, onde cita e descreve técnicas de joalheria, sendo uma delas o trabalho com fios. A palavra escolhida para nomear a técnica deriva do latim, FILUMM que significa fio e GRANUM, que quer dizer grão. Isso faz alusão e reforça a importância da aparência de grãos que os fios trançados adquirem, quando a peça esta pronta.




Carlos Herrera dá aulas dessa técnica tão delicada, as aulas totalmente práticas e são ministradas no Rio de Janeiro na ebj, e em São Paulo conforme a disponibilidade do professor.

Se vc tem interesse em aprender a filigrana, segue informações de um próxima turma na ebj.
Para conhecer mais o trabalho de Carlos Herrera clique aqui



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