Entrevistas



Liza Urla
Estilista, escreve o GEMOLOGUE um blog sobre joias e dedica seu tempo com o que lhe inspira, vivendo e trabalhando ao redor do mundo. Dá consultoria sobre joias, dirige editoriais e trabalha como contribuidora da Vogue e Harpers Bazaar. Em 2015, GEMOLOGUE ganhou o Best Blog in Fashion Category at UK Blog Awards 2015 (Melhor Blog na Categoria Fashion na Premiação de Blog no Reino Unido).

Você pode nos contar um pouco sobre sua carreira, como você se tornou gemóloga e a cabeça por trás do blog GEMOLOGUE?
Eu sempre tive uma queda por joias e comecei minha carreira classificando diamantes em Nova York. Anteriormente eu trabalhava em banco de investimento, que não é nada glamuroso... Comecei o GEMOLOGUE há 6 anos, porque não havia blogs de joalheria na época e eu queria dividir os maravilhosos tesouros e talentos que encontrava com outras pessoas. Com o passar dos anos, colaborei com dúzias de marcas de joalheria, moda e bijuteria. Acabei de voltar de Paris, onde fui hospedada pela Chanel. Minha próxima parada é em Bahrain (Golfo Pérsico), em uma feira de joalheria, e nas Filipinas, para visitar uma fazenda de pérolas no final do ano.

Quais as maiores influências e inspirações no mundo da joalheria? Marcas, lojas, celebridades, etc.?
Eu amo joias inspiradas na beleza da flora e fauna, já que a joalheria é uma das formas mais preciosas de se homenagear a natureza. Meus designers de joias preferidos não estão na indústria, mas trabalhando por paixão, criando peças que eles amam ao invés de algo que é tendência. Eu também adoro as histórias únicas e inspiradoras por trás de joias exclusivas e, quanto mais românticas e complicada a história é, melhor.

Nas suas viagens pelo mundo, qual é o local mais inspirador que você foi?
O Brasil foi um dos lugares mais impressionantes que já fui e eu amo demais, visito a cada seis meses. Amo o calor das pessoas, as paisagens belíssimas, a fauna e flora arrebatadora. Todos os lugares que visitei no Brasil é precioso (uma jóia? Algo do tipo). Durante minha última viagem, eu fui hospedada pela H.Stern no Rio e foi maravilhoso. Quando fui pra São Paulo, me apaixonei pelas joias da Silvia Furmanovich.

Sabemos que você já veio ao Brasil algumas vezes e visitou as joalherias. O que você acha do mercado de joias no Brasil? É diferente do Reino Unido? Se sim, em que sentido?
A joalheria Brasileira é muito diferente do que vejo na Europa e America: Eu amo porque é mais suntuoso e extravagante e as gemas são absolutamente inacreditáveis. Eu também já encontrei peças marvilhosas inspiradas na natureza exuberante do Brasil. Inclusive escrevi um artigo sobre as 10 Coisas Para Saber Sobre o Estilo da Joalheria Brasileira (Somente em inglês) - http://gemologue.com/brazilian-jewelry-style/

Das diferentes pedras, materiais e técnicas que você viu no Brasil, quais são mais interessantes pra você?
A Turmalina Paraíba faz meu coração bater mais rápido sempre que vejo! Essa rara pedra, descoberta primeiramente no Brasil, capturou meu coração no mesmo momento com o brilho da sua cor e luminosidade.
Walter Leite
Especializada em assessoria e consultoria gemológica, a Realgems sob comando do gemólogo Walter Leite, atua no mercado desde 1955, fazendo identificação, classificação e avaliação de pedras preciosas e joias. Com quatro gerações de joalheiros e gemólogos na família.
Um mercado tão seleto e misterioso torna-se mais eficaz quando seus admiradores possuem algum conhecimento do material com o qual estão lidando ou adquirindo. Por isso, procuram aprimorar a admiração de seus clientes pelas pedras preciosas e joias, oferecendo cursos e palestras com alto padrão de qualidade. A favor do pleno conhecimento ao alcance de todos, indiscriminadamente.

Vamos começar esclarecendo uma questão? Existem pedras semi preciosas?
Não. Todas as gemas são preciosas.

E nos explique porque o termo foi extinto da gemologia?
O termo semi precioso surgiu quando os europeus descobriram a América e encontraram muitas gemas que fugiam das 4 principais da época (diamante, rubi, safira e esmeralda). Quando essas gemas chegavam na Europa, para não desvalorizar o produto interno, eles taxavam as pedras que vinham das Américas como semi preciosas. Atualmente esse termo foi extinto por conta do tipo de formação de todos os minerais. Todos eles levam milhões de anos para serem formados pela natureza, por isso todos são preciosos, com raridades diferentes.

Qual a diferença do diamante sintético pro natural?
Tirando o fato do sintético ser feito em laboratório e o outro ser feito pela natureza. A única diferença é a raridade que consequentemente afeta o preço final. Todas as propriedades físicas, químicas e óticas são iguais.

Quando começou a lapidação do diamante?
Desde 700 A.C. já facetavam diamantes, não chegava a ser uma lapidação como a atual mas faziam o mínimo de facetamento para dar vida a gema. As lapidações mesmo começaram a ser feitas no início do século XVI (Lapidação Old Mine)

A lapidação e cor da pedra interferem no valor de mercado?
A cor, pureza, lapidação, peso e proporções influenciam no valor de mercado das gemas. É uma combinação desses 5 fatores.

Onde são encontrados os melhores diamantes?
É difícil de dizer onde são encontrados os melhores diamantes. Na Namíbia e Botswana (África) são as minas conhecidas pela produção de diamantes grandes, brancos e puros. Em Argyle (Austrália) a mina é conhecida pela grande quantidade de diamantes rosa. Essas são as produções que mais chamam atenção mas cada uma ter sua particularidade, tanto como mina quanto garimpo.

Quais os processos e técnicas que envolvem a classificação dos diamantes?
A classificação de um diamante sempre passa pelos mesmos processos. Identificação (para não ser confundido com uma imitação ou síntese), medidas e proporções, comparação de cor, graduação de pureza e avaliação da qualidade da lapidação. Todos os exames são feitos com instrumentos específicos para gemologia.

Quais pedras brasileiras se destacam no mercado internacional ?
As pedras brasileiras tem muita aceitação no mercado internacional. As principais, independente da raridade e do preço, são quartzo (quartzo incolor, ametista e citrino), água marinha, esmeralda e a turmalina paraíba que chegou com força total.

E quem estiver interessado nesse mercado profissionalmente, vc daria alguma dica de curso profissionalizante?
Existem alguns cursos de gemologia no Brasil. Nosso laboratório (www.realgemslab.com.br) oferece cursos livres para quem quiser aprender um pouco sobre a identificação e classificação de diamantes e de gemas de cor. A UFES (Universidade Federal do Espírito Santo) oferece curso de gemologia como graduação e a UFOP (Universidade Federal de Ouro Preto) oferece curso de pós graduação em gemologia. Um dos melhores cursos e mais reconhecidos são os do GIA (Gemological Institute of America) que são oferecido fora do Brasil nas diversas sedes deles no mundo.


Michael Kowalski
Presidente da Tiffany: "Quem diz ter certeza que nunca comprou um 'diamante de sangue' está mentindo"
Apesar de ter ficado conhecida no mundo todo por causa do filme Bonequinha de Luxo, de 1961, a marca Tiffany passou quase 150 de seus 175 anos concentrada em sete lojas nos Estados Unidos.
Foi só a partir de 2000 que a Tiffany decidiu expandir seus negócios globalmente.
Em uma década, a joalheria praticamente dobrou o número de lojas, para as atuais 272. Seu presidente mundial, o americano Michael Kowalski, repete em cada país que visita que luxo não tem a ver com preço e não é exclusividade dos muito ricos.

O senhor fala que tem uma visão democrática do luxo. O que isso significa?
Não gosto muito do termo “luxo”. O verdadeiro luxo está no design, que pode ser apreciado por qualquer um que tenha inteligência e sensibilidade. Não é uma questão de renda ou de preço. Temos joias de prata que custam 200 dólares e já vendemos peças por 6 milhões de dólares. Queremos que qualquer pessoa entre nas lojas da Tiffany, mesmo se ela não puder pagar por nossos produtos.

Seus vendedores estão preparados para isso?
Antigamente, havia vendedores que observavam se o cliente estava vestido corretamente. Isso é coisa do passado. Você nunca pode prejulgar um cliente. Isso é inaceitável. Treinamos nossos funcionários para que eles não pensem no que vão vender nos próximos 45 minutos. Uma pessoa pode passar a vida inteira para comprar um diamante. Queremos vender quando ela puder comprar.

Mas luxo não é atrelado a exclusividade?
Na verdade, é atrelado a qualidade. Fazemos a maior parte de nossas joias. Compramos o diamante bruto e o lapidamos. A maior parte de nossa energia sempre esteve concentrada no design. Para falar a verdade, não éramos muito bons em marketing. Muita gente sabe algo sobre a Tiffany porque viu o filme Bonequinha de Luxo. Mas a maioria não sabe que a empresa tem 175 anos de idade.

De onde a Tiffany compra diamantes?
De minas em Serra Leoa, Botsuana, Namíbia, Canadá, Rússia. Ou seja, de vários lugares. Mas nosso time acompanha o processo em todas as minas para garantir que não sejam “diamantes de sangue” (originários de zonas de conflito).

O senhor sabe se, em algum momento, a Tiffany comprou “diamantes de sangue”?
Se alguém disser que tem certeza de que nunca comprou, está mentindo. Há 15 anos, o mercado de joias não olhava para isso. Mas a única forma de lidar com o problema é não comprar diamantes polidos de intermediários. Para saber a origem da pedra, é preciso comprar diretamente da mina.

Por que a Tiffany demorou tanto tempo para se internacionalizar?
Somos uma empresa disciplinada e conservadora em termos de expansão de lojas. Queremos garantir que nossas lojas sejam rentáveis em qualquer lugar. Só há oito anos começamos a pensar que precisávamos virar uma marca global.
 
 Sabina Belli, vice-presidente internacional da Bulgari

Quais são os planos da marca para o Brasil?
Temos muitos planos para o Brasil. A Bulgari é uma das marcas de alta joalheria europeia com os valores mais próximos das brasileiras, que são exuberantes e preocupadas com qualidade e prazer, com um estilo de vida muito sensual, como a Bulgari. Com certeza muitas boas oportunidades surgirão. Para nós há coisas muito importantes, como a localização e o timing certo para investir.

Qual é a identidade da marca?
A identidade da Bulgari é a incrível seleção colorida de pedras preciosas e o resultado que isso tem nas joias. A Bulgari é a magnificência da joalheria italiana, não só nas cores como também no corte, o cabochon, um corte muito único que usamos nas nossas pedras. De fato as pessoas que vêm à Bulgari procurando essa especificidade sempre vão para a mais ousada mistura de cores e de pedras preciosas, que criam essa combinação única.

As mulheres brasileiras têm um perfil de consumo diferente das europeias?
As brasileiras compram muito as joias com essa característica e também notamos que a linha Serpenti é bastante procurada, tanto os relógios e colares como as bolsas. Ficamos muito felizes quando vemos que muitos dos nossos designs estão de acordo com o gosto das brasileiras.

Como fazem para trabalhar produtos que não são joias?
A nossa filosofia é de nos concentrarmos muito no nosso core business, que são as joias. Antes de qualquer coisa, a Bulgari é uma joalheria, e é onde colocamos toda a nossa energia em termos de criatividade, inspiração e apoio. Mas claro, como qualquer pessoa balanceada, temos duas pernas fortes, que são as joias e os relógios, e temos dois bons braços, os perfumes e os acessórios.

O que mudou no consumo de joias com o passar do tempo?
Nós notamos algumas tendências que estão emergindo no mundo ocidental e em algumas áreas especificas da China. Uma delas é que as mulheres estão comprando joias para elas mesmas. As mulheres hoje já não esperam que ninguém inicie para elas o prazer de ter uma joia. Existem cada vez mais mulheres independentes com rendas altas e muitas estão investindo em joias. Isso é uma tendência nova.

E o que isso significa para a marca?
Para nós significa que temos que nos adaptar a esse tipo de consumidora, porque as mulheres não escolhem joias de forma igual aos homens.
As pessoas ainda veem as joias como um patrimônio?
Nós vemos que o mercado de alta joalheria ainda é muito atrativo para pessoas que querem investir para deixar um legado para o futuro, porque felizmente trabalhamos com produtos que são criados para durar muitas gerações. Isso torna este mundo muito fascinante, porque é forte e sólido. Alta joalheria ainda é um patrimônio comprado para ficar na família.

Qual o significado dessa exposição para a marca?
É também nosso dever enquanto marca de luxo educar os nossos consumidores e quem se interessa pelo assunto de alguma forma. Queremos mostrar um savoir faire que é muito particular e que deve ser visto como parte de uma cultura. E sendo a Bulgari uma marca italiana, ela faz parte da genialidade italiana assim como o design, a comida, a arte, enfim, muitas outras coisas. (risos).

É a sua primeira vez no país?
Não, já vim várias vezes tanto para negócios quanto para lazer. Esta é uma visita muito especial para a Bulgari que agora tem a primeira loja no Brasil, neste shopping que é um dos mais bonitos da cidade. E estou muito feliz por estar aqui representando a casa.

                                          
Antonio Bernardo
Carioca, designer de joias. Já ganhou mais de 10 prêmios internacionais de design com suas criações.
Este ano, com 18 lojas físicas no Brasil, e-commerce e representações internacionais, está comemorando 30 anos da marca.

Como a tecnologia influencia você como designer? Sabendo que temos o auxílio da prototipagem? 
E que em uma vitrine usou esse recurso pra fazer-se em miniatura.
Sou muito curioso com o que surge de novidade em tecnologia. A ideia surgiu numa visita ao Instituto Nacional de Tecnologia (INT), detentor da tecnologia que permite escanear uma pessoa em 3D e, a partir das imagens, moldar bonecos em diferentes materiais. Fizeram quatro matrizes, com minha imagem em diferentes posições. Depois de prontas, foram enviadas ao Museu Nacional para que eles confeccionassem os moldes de silicone e as réplicas dos bonecos em resina.
Sempre gostei de mostrar meu trabalho pessoalmente e uma joia por vez. Quando tomei contato com a tecnologia 3D do INT imaginei que pelo menos uma vez poderia estar em todas as minhas lojas ao mesmo tempo, apresentando o meu trabalho. Foi assim que surgiu a ideia desta vitrine, pois estou lá quase em carne e osso.

Como funciona seu processo criativo?
Minhas peças em geral nascem de observações do cotidiano e das minhas vivências . Depende muito do meu foco de interesse em cada momento. Mas basicamente elas são todas desdobramentos da minha primeira joia. Quando ela ficou pronta eu imediatamente imaginei outra como se fosse um desenvolvimento daquela, uma evolução. Eu as concebo de uma forma experimental. Crio protótipos, pequenos modelos, e vou sentindo e modificando até chegar a um resultado que considero satisfatório. O material pode ser qualquer um: papel, cera, fios e chapas de todos os tipos e a técnica também.

Por que você deixou a engenharia pelas joias? Tem alguma relação com a loja de fornituras de seu pai?
Meu pai tinha uma loja de ferramentas para ourives e relojoeiros. Eu conhecia os instrumentos utilizados para se fazer uma joia ou consertar um relógio desde garoto. Isso me dava o conhecimento da função da ferramenta e também do efeito que causava onde era aplicada. Sem perceber, já estava aprendendo mecânica e ourivesaria.
Em 1970, fiz meu primeiro anel. O anel era composto de duas partes idênticas que podiam ser usadas de varias formas. O desejo de criar algo original, diferente e lúdico foi o que me motivou. Desde então nunca mais parei de criar joias.
Sou um autodidata, que trouxe na minha formação a observação de incontáveis horas das mínimas engrenagens dos relógios vendidas na loja do meu pai. Sou designer e ourives. Pensar, imaginar formas, mecanismos e técnicas são o que mais gosto de fazer.

Todos nós sabemos da sua relação com orquidário do Jardim Botânico. Qual a influência das orquídeas em suas criações?
Sou apaixonado por orquídeas. Meu interesse pelas orquídeas começou quando uma amiga me presenteou no nascimento da minha primeira filha. Ao final da floração eu não sabia o que fazer com a planta mas não poderia imaginar jogá-la fora. Procurei informações e decidi cuidar da planta. Um ano depois vi novas flores se abrindo. Foi a senha para uma nova paixão. Uma orquídea no meu apartamento (onde havia toda a luz que a planta precisa), mais outra, mais outra até que...
Passados alguns anos, uma notícia de jornal chamou minha atenção: o Jardim Botânico do Rio de Janeiro buscava parcerias. Em 24 horas, assinei o documento de adoção do Orquidário. Foi em 1997.
O Orquidário do Jardim Botânico reúne hoje uma das mais significativas coleções de orquídeas do Brasil, país que é o quarto do mundo em quantidade de espécies.



Carlos Ferreirinha
Atuando desde 1987 em gerenciamento de operações, desenvolvimento de negócios, marketing e comunicação, fundou em 2001 a MCF Consultoria & Conhecimento, empresa especializada no segmento do Luxo que presta serviços de consultoria, assessoria e treinamento no Brasil e na América Latina. Ao mesmo tempo, tornou-se um dos principais formadores de opinião sobre o Luxo e um dos mais requisitados palestrantes sobre o tema.
Defina o mercado de luxo no Brasil?
O Brasil é visto como um mercado especial e promissor. Na América Latina, somos a capital do consumo de luxo. São Paulo é o coração desse mercado, concentrando 66% dos consumidores. Vivemos um momento especial, de crescimento e grandes oportunidades. Elas vão se traduzir a médio e longo prazo.

Luxo é supérfluo?
Sim. Porém quando falamos de Luxo, o supérfluo está também ligado ao que é raro e alto valor agregado. Jorge Forbes afirmou em uma palestra: “o Luxo pode ser definido como algo além da necessidade, porém que não é por isso menos fundamental”.
A sofisticação do consumo é a busca pelo que é especial e raro. As pessoas buscam a emoção que o produto ou serviço pode oferecer. É a busca pelo prazer, pela experiência.

Como você avalia esse nicho no ramo joalheiro?
A utilização da joia é primitiva. O homem usava adereços antes mesmo do vestuário. As marcas precisam depurar cada vez mais este conceito e se apropriarem do mesmo. Este é o momento de um Brasil que demonstra estar mais seguro e confortável com a “brasilidade”, explosão de cores, atitude cool... O design tem que traduzir estes atributos.

Quem rotula que o produto é um "produto de luxo"?
Marcas de Luxo sabem como se diferenciar no mercado por meio de uma gestão emocional, marcada pela obsessão por detalhes, percepções intangíveis, visão de longo prazo e comprometimento com a excelência. As ferramentas de Luxo podem ser aplicadas em uma série de corporações, desde que queiram fazer um movimento de diferenciação como investir em detalhes e no fortalecimento do diálogo emocional com os consumidores.

Como você pode explicar essa "estratégia emocional", onde você diz que é o momento em que a lágrima corre?
As pessoas buscam a emoção que o produto ou serviço pode oferecer. É a busca pelo prazer, pela experiência. Estamos na era das experiências, e só encantar o cliente, não é mais suficiente. Confúcio (filosofo Chinês) é assertivo quando menciona que se contarmos sobre experiências para as pessoas, elas esquecem. Se mostrarmos, elas lembram, mas se as envolvermos, elas entendem.
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